quinta-feira, agosto 06, 2009
In process...
sábado, julho 11, 2009
sábado, junho 13, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
quinta-feira, abril 16, 2009
Apenas um rapaz latinoamericano...ou Encontros.
Escritores entre Cervantes y una paloma
Estuve anoche en el Corral de Comedias de Alcalá de Henares conversando con cuatro jóvenes escritores latinoamericanos, nacidos todos ellos a partir de 1970. El más joven es el mexicano Tryno Maldonado, que nació hace 32 años. Los otros son la chilena Andrea Jefatnovic, la boliviana Giovanna Rivero y el argentino Juan Terranova. Todos han publicado ya libros, sobre todo novelas, y los cuatro fueron invitados para estar todo este mes en Alcalá de Henares. La iniciativa es de la Universidad, que hace coincidir esta invitación para que los jóvenes autores se encuentren y encuentren el centro del territorio de Cervantes con los actos que arropan allí la entrega del premio Cervantes a Juan Marsé, un maestro. El marco es, pues, el Festival de la Palabra, y este esquema de arropamiento de jóvenes escritores se llama Escritores en Residencia. Ellos están encantados de estar aquí; no se conocían, o se conocían poco, por los medios electrónicos; sabían algunos de ellos de ciertos textos suyos, pero no se conocían. Reproducían en sí mismos un problema grave de la comunicación literaria en español: conocen a los españoles, o lo que pasa por España, pero se desconocen entre países latinoamericanos. Y ese es un gran déficit de ahora, del pasado y del porvenir. Hablaron de eso, y hablamos de muchas más cosas. De las influencias; del lenguaje; de cómo el español de España y el español de los países iberoamericanos se impide o se retroalimenta; de los caciquismos literarios; de Cortázar; de Los últimos días de la humanidad de Karl Kraus; de cómo el marketing terminan impostando las novelas; de las imposturas; de cómo la literatura se mide con el capital; del marxismo; de las palomas que cagan sobre la estatua de Cervantes; de las novelas nazis (o sobre nazis) que se hicieron en México; de la novela híbrida (invención de Giovanna); de que todas las novelas ahora son híbridas; de Unamuno; de releer los libros propios; de la humildad; de la paciencia; de los egos revueltos; de los egos resueltos; de la búsqueda como sustento eterno de la vocación literaria; de los 1433 escritores que hay en México (y otros tantos en tantos sitios); de cómo se dice coger, follar, en cada sitio; de cómo se dice correrse; de cómo se traduce culear; de cómo Jean Claude Van Damme dice en español joder, y así sucesivamente. Quedamos para vernos otra vez. Lo que más lástima me dio es no ser joven y seguir allí, con ellos, escritor en residendcia. Pero soy latinoamericano. Que ya es muchísimo.
Clarice sempre me faz lembrar de você...
quarta-feira, março 25, 2009
Frase do dia
Mário Benedetti - Antologia Poética
domingo, março 22, 2009
Embora tenha sido batizada e tenha feito a primeira eucaristia, seguindo os sacramentos da Igreja católica, não tenho muita familiaridade com o texto bíblico. Fiz algumas leituras na Catequese, ouvi repetidas vezes as repetidas passagens do Evangelho nas missas - quando meus domingos eram religiosamente marcados pela visita à igreja -, e estudei trechos do antigo testamento em uma disciplina na faculdade de História. Ainda assim, é pouca minha familiaridade com os capítulos e versículos do sagrado livro.
Apesar disso, ao buscar na caixinha da memória, logo aparecem referências (vagas) sobre passagens marcadas pela dúvida. Uma delas é aquela da tempestade. Afasto uma lembrança daqui, outra dali, e finalmente alcanço a mensagem que, segundo acredita-se, os discípulos quiseram fazer chegar às gerações seguintes. O trecho da tempestade em alto mar é justamente aquele em que Jesus caminha sobre as águas. Salvo engano, Pedro é o desafiado da vez. Ele se joga ao mar para ir ao encontro de Jesus, que se encontra sobre as águas, mas a tempestade o assusta e ele teme, duvida. Jesus o repreende: “Homem de pouca fé, porque duvidaste?”
Há outras passagens ainda, mas não creio que seja o caso de revirar mais esta minha caixinha em busca de outros exemplos. Este me basta.
A questão é que – concluo agora – a Bíblia é marcada por histórias em que a dúvida representa a “crise de fé”. Ah, claro! Como posso ter me esquecido de São Tomé? Eis o desconfiado discípulo que precisa tocar as chagas do Cristo ressuscitado para crer no fenômeno supostamente impossível.
***
Acabo de assistir ao filme Doubt (Dúvida), do diretor John Patrick Shanley, com Meryl Streep (Sister Aloysius Beauvier), Philip Seymour Hoffman (Father Brendan Flynn) e Amy Adams (Sister James). Mais do a história de uma freira que confronta um padre suspeito de ter aliciado um estudante negro, o filme é repleto de densos diálogos sobre religião, moral, autoridade e a dupla dúvida/certeza.
No início do filme, o Padre Flynn começa seu sermão com a seguinte pergunta: “O que você faz quando não tem certeza?” O padre desenvolve seu sermão falando sobre a solidão daquele que duvida e sobre as possibilidades inerentes à dúvida tanto quanto à certeza: “A dúvida pode ser um vínculo poderoso e sustentar tanto quanto a certeza”, diz o sacerdote. A conclusão do Padre Flynn é um consolo para os Pedros e Tomés: “Quando nós duvidamos, nós não estamos sozinhos”.
Ou estaríamos vivendo uma solidão coletiva? No rastro do paradigma racional e positivista, a certeza é extremamente valorizada. E seu oposto, ainda que não seja a confissão da ignorância propriamente, já coloca o Tomé da vez em condição errática. As “crises de fé” da contemporaneidade são extremamente penosas, vide por exemplo, os efeitos do vigiado Risco Brasil. Este mede o nível de confiabilidade que os investidores estrangeiros podem ter em relação à economia brasileira, no caso. O índice varia em sentido negativo para a economia nacional quanto mais as condições políticas e econômicas colocam em dúvida a segurança do país como destino para os capitais em fluxo.
Em Doubt, há um ótimo diálogo entre o Padre Flynn e a Irmã James, uma jovem aparentemente fraca, dada sua dita ingenuidade e temperamento sentimental. Tais características são ainda mais ressaltadas diante da autoritária Irmã Aloysius Beauvier, a personificação da certeza, racionalidade e segurança. Será mesmo?
No referido diálogo, Padre Flynn defende seu comportamento carinhoso e humano no trato com os alunos da escola dirigida pela implacável Irmã Aloysius Beauvier. Em especial com Donald Miller, o pobre garoto negro, único na instituição de ensino. Em sua própria defesa, o padre aconselha Irmã James: “Há pessoas que vão atrás da sua humanidade, Irmã, para dizer-lhe que a luz no seu coração é uma fraqueza. Não acredite nisso!” E ele completa: “É uma velha estratégia de pessoas cruéis para matar a bondade em nome da virtude. Não há nada de errado com o amor”.
O contexto completo da fala acima será captado por aqueles que assistirem ao filme. Detenho-me aqui ao trecho matar a bondade em nome da virtude. Pois é disso que trata a apologia à certeza, uma defesa da virtude em detrimento da bondade. Esta vista no sentido daquilo que pertence ao campo semântico da emoção e dos sentimentos – supostamente erráticos e incertos. É compreensível, portanto, que na busca por fazer aparecer a verdade, Irmã Aloysius Beauvier acabe pecando. E após pecar, se justifica: “Em busca do pecado, um passo distante de Deus”.
Lembro que no colégio, e mesmo já na Universidade, alguns professores usavam de um expediente muito constrangedor para confirmar se o aluno sabia mesmo a resposta à pergunta feita: “Você tem certeza?”. E então o silêncio da dúvida preenchia a sala de aula. Dirão os adversos que o constrangimento é apenas para aqueles que não sabem o conteúdo ensinado. De fato. O constrangimento é àqueles que não estão seguros, que duvidam. A virtude é saber. E saber com certeza!
O denso embate entre o Padre Flynn e a Irmã Aloysius Beauvier traz nas palavras do primeiro a peça que promove o encaixe entre a certeza e seu ‘oposto’, a dúvida.
“A certeza é uma emoção, não um fato”.
E , sim, eu tenho dúvidas. E quantas!
quarta-feira, março 11, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
Anatomia
segunda-feira, março 02, 2009
Testes...
p.s: O efeito da combinação sol+tintas foi o toque final, não acham?
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Planos
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Arte com o jardim do vizinho...
E a versão acabada! Só não vale chorar pela tinta derramada :(


terça-feira, fevereiro 24, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
"Casal de cor"
Eis mais uma obra da artista "amadora"! Sem pudores, resolvi brincar com as cores e ângulos ao fotografar o quadro e postá-lo, dando uma valorizada no casal... Aqui, estão dois dos resultados que mais gostei.
Casal de cor não segue o 'padrão' que vinha estabelecendo, de pinturas soltas e sem uma forma muito definida. Resolvi ousar e percebi como é difícil colocar no papel as imagens que passam pela cabeça.
Inicialmente, em Casal de cor aparecia a mulher de frente (pena que não fotografei esse estágio!). Mas não consegui dar a ela uma feição que me agradasse. Tentei de várias formas fazer os olhos, boca e nariz. O resultado era sempre uma mulher triste ou com uma cara de esnobe (sobrancelhas! aí está o truque, que ainda não sei). Enfim, depois de várias tentativas (pensei até em deixá-la sem rosto, repetindo a obra anterior), resolvi que a mulher estaria de costas. E dá-lhe preto da tela!
Já o homem não me deu trabalho. Apenas seus cabelos longos, que surgiram após um traço equivocado. Solução: alongar as madeixas do rapaz. Até que gostei!
Bom, Casal de cor (com o "ó" aberto) é o quarto quadro que pinto com as mãos (os pincéis estão pela hora da morte!). É uma entre as muitas tentativas que venho fazendo para avançar no mundo das tintas, das misturas e, para mim, das viagens por cenários múltiplos. Cada quadro é isso: uma verdadeira viagem, para quem quer aprender de cor que em qualquer caminho "amar é o que basta" (licença para citá-lo, ok?). MLCM

quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Laranja mecânica
MLCM
terça-feira, fevereiro 10, 2009
'Mulher sem rosto e taça de vinho tinto'
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Mais um dia 10...
domingo, fevereiro 01, 2009
O tempo (por B.C.)
Você ficou 25 anos assim, sem o dia pós dia. Hoje, quando você acordou, me coloquei no seu lugar. Os olhos girando para todos os lados, em busca de uma referência que te prendesse a esse novo presente. Uma referência que a fizesse perceber que o tempo de abstração involuntária perante o mundo realmente chegara ao fim. Acho que me decepcionaria. Os seus sonhos deviam se passar em um tempo onde as coisas eram mais simples.
Olhando nos meus olhos, você finalmente percebeu que, lá no fundo, apesar da confusão gerada pelos pêlos na face, pelas leves rugas nos cantos dos olhos, pelo cabelo desgrenhado com as marcas das preocupações colecionadas ao longo de mais de duas décadas, eu era aquele seu amigo de outrora. Espero que acredite em tudo que vou te contar a partir de agora.
Em 1984, quando você adormeceu, a lógica do big brother, fundada pelo Orwell, era mais amena. Hoje virou programa de televisão, virou doutrina estabelecida na maior nação do mundo. Virou CPI, virou paranóia nos celulares (não sabe o que é isso, né? Depois te explico isso e a Internet, com aulas práticas...) de quem tem algo a dever à sociedade.
Minha amada, naquela época ainda lutávamos contra o que restava de um autoritarismo institucional. Nossa vitória não veio no primeiro momento. As instituições ainda conseguiram derrotar a maior das instituições - o povo - uma vez mais. Mas elas trataram de amenizar a própria estupidez e nos permitiram, cinco anos depois, que escolhêssemos um presidente.
Ah, presidentes... Esses foram destaque. Você não sabe, mas há duas semanas um negro, com descendência muçulmana e africana, assumiu o governo dos Estados Unidos da América. Sim, Ronald Reagan, o bonitão de Hollywood, ficou restrito aos livros de história. O nome do negro é Barack Hussein Obama. Nada hollywoodiano, hã?
Se você já está supresa, deite-se novamente. Nosso primeiro presidente eleito pela vontade do povo foi um bonitão, promissor. Fernando Collor de Mello. Você acredita que ele não durou nem dois anos no cargo? Foi derrubado. Calma! Não foi golpe. Dessa vez, as instituições cumpriram a "vontade do povo". Depois do autoritarismo, seguia uma era de corrupção. A sigla CPI virou moda no Brasil. Comissão Parlamentar de Inquérito. Deputados e senadores investigando até mesmo seus pares e outros figurões do governo.
Pois muito que bem. Tivemos um presidente tampão, cuja ação mais famosa foi reativar a linha de produção dos Fuscas no Brasil. Em seguida, um outro presidente, muito conhecido seu, assumiu. Lembra dele? O Fernando Henrique Cardoso, o sociólogo, que falava sobre a dependência externa brasileira. Pois o sujeito privatizou quase tudo no Brasil. Sabe o que é privatizar? Vendeu as empresas estatais. O Estado, o famoso Estado, foi se encolhendo.
Mas, há quase sete anos, o Brasil teve o seu Barack Obama. Elegemos um torneiro-mecânico, sem instrução, presidente. Mais um daquela nossa época. O Lula! Sim, o sindicalista! Ele é o presidente do Brasil!
Mas, calma... O Brasil não virou mais um aliado do Kremlin no quintal dos Estados Unidos. O Kremlin não é mais o mesmo. A União Soviética acabou. O comunismo perdeu. Lula, o radical, hoje veste ternos de primeira linha, tem cabelos brancos e barba bem aparada. Um gentleman do povo.
Bom, sobre guerras, mortes e intolerâncias, te falo mais tarde. Você ainda está muito fragilizada para ouvir tudo isso. Mas, saiba logo: o mundo continua não sendo um lugar muito simples para viver. Mas ficar de olhos fechados é muito desperdício diante de tantas novidades, não acha?
Calendário
segunda-feira, janeiro 26, 2009
P.S.:
Palavras
domingo, janeiro 11, 2009
terça-feira, dezembro 16, 2008
Folha de laranja e cotovelo
I heard there was a secret chord
That David played and it pleased the Lord
But you don't really care for music, do you?
It goes like this, the fourth, the fifth, the minor fall, the major lift, the baffled king composing Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu----jah
Your faith was strong but you needed proof, you saw her bathing on the roof, her beauty in the moonlight overthrew you
She tied you to a kitchen chair, she broke your throne, she cut your hair, and from your lips she drew the Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu----jah
Maybe I have been here before, I know this room; I have walked this floor, I used to live alone before I knew you
I've seen your flag on the marble arch, love is not a victory march, it's a cold and its a broken Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu----jah
There was a time you let me know whats really going on below, but now you never show it to me, do you? (and)
Remember when I moved in you; the holy dark was moving too, and every breath we drew was Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu----jah
Maybe there's a God above, and all I ever learned from love was how to shoot at someone who outdrew you
And its not a cry you can hear at night, its not somebody who's seen the light, its a cold and its a broken Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu--jah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelujah
Hallelu---u---jah
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Elephant gun ou Um desafio
***
If I was young, I'd flee this town
I'd bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight
Far from home, elephant gun*
Let's take them down one by one
We'll lay it down, it's not been found, it's not around
Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down
Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down
And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the night
And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the silence, all that is left is all that i hide
**elephant gun: é uma arma de calibre largo. Ela tem esse nome porque originalmente eram feitas para uso de caçadores de elefantes ou outras caças perigosas.
quinta-feira, dezembro 11, 2008
terça-feira, novembro 18, 2008
Fora de contexto ou Depois de amanhã
te adoro
te cama
te lençol
te chão
te salada
te nado
te remo
te mimo
te memo
MLCM
domingo, novembro 09, 2008
No corredor...
As visitas vão sendo recebidas no corredor... Abre-se a porta do elevador.
- Ahahahahaha! - é a irmã animada - Dudu, que saudade!
- Cortou mais o cabelo? - a aniversariante.
Sem resposta. Pergunta retórica.
Minutos depois...
Vozes de crianças no corredor.
- Olha, fica na quadra! Vou ficar olhado daqui de cima.
O controle da tia aniversariante.
Risos e vozes desencontradas das crianças no corredor.
- Não é melhor deixar o chinelo aqui? - a tia consulta.
- Sim.
-Você quer fazer xixi?
- Não.
Chega o elevador.
- Sétimo andar. Desceeendo - a acessorista eletrônica informa.
As crianças descem. Corredor em silêncio.
sábado, novembro 08, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
O simbólico é a mais forte realidade
Manira, grande colaboradora que nos visita duas vezes por semana aqui em casa, correu de manhã para ouvir no rádio o resultado da eleição. Comemorou uma mudança: "o negro sempre foi tudo que é ruim". Conto que o "slogan" de Obama é Yes, we can e traduzo, "Sim, nós podemos". "É claro que podemos! Quem é o maior escritor brasileiro? Não é um negro?", pergunta Manira, já com a resposta. Negra, pretinha, de pele macia e dona de um abraço que reenergiza minhas manhãs. Essa é a melhor descrição que posso pensar para ela, que estudou só até a alfabetização. Eu, confesso, me surpreendo pela referência a Machado de Assis. "A gente escuta as coisas..." - responde ela, minimizando sua capacidade de absorção e crítica a respeito dessas "coisas". É interessante que o "nós" seja logo apropriado por Manira como referência aos negros. Mas quem são esse "nós"? "Nós" norte-americanos? "Nós" latino-americanos? Será que também podemos? "Nós" United State of America?
***
Engraçado como sempre, em qualquer discurso - inclusive nos filmes tipo Independence Day - os políticos e líderes heróicos enchem a boca ao pronunciar Ameerica, despertando o mais emocionado sentimento de pertencimento e provocando a catarse em aplausos e ovações ao locutor.

200,000 NEGRO MARCHERS DISPERSE IN PEACE 8- WASHIINGTON'S DISCIPLINED DEMONSTRATION PRESIDENT'S EQUAL RIGHTS PLEDGE
sexta-feira, outubro 24, 2008
Questão de confiança e a política dos afetos no mercado
quarta-feira, outubro 22, 2008
As aspas
presidente Luis Inácio Lula da Silva na Folha de hoje (22/ outubro)
sexta-feira, outubro 17, 2008
Idade
Se eu tivesse a idade da espontaneidade
não treinava minhas falas
nem media o assunto.
Se eu tivesse idade,
viajava sem malas
para Machu Picchu ou Maputo
Se eu tivesse a idade,
não calculava tributo,
não media escalas
nem tabelava a usura
- Ora! Mas, quem diz que espontaneidade
tem idade, erra por ignorância
ou poda pela censura.
Maria Luiza Muniz
quarta-feira, outubro 15, 2008
Enquanto não vens...
A Anna pegou da Cecília Meireles e me deu. Eu repasso para você.
quarta-feira, agosto 20, 2008
Um brinde à poesia...
Este poema abaixo foi recitado por uma senhora muito simpática, cujo nome não memorizei, mas guardei a delizadeza e harmonia expressas em gestos e voz.
Da inversão de tudo - Cesar de Araujo
Há dias em que as cadeiras sentam na gente
as águas se lavam com nosso rosto
é a noite iluminando a luz.
Quem sabe a verdade
o inverso de tudo?
Inferno de inverno
encontro um homem
sorrindo verão.
Contei a dezenas
não me entenderam
não acreditaram.
Há dias em que as coisas ficariam bem
se estivessem ao contrário:
as árvores a plantar-nos
a estrada a andar em ti
a contemplar-me o sol.
Nós frutificaríamos
darias passagem
eu amanheceria.
terça-feira, julho 29, 2008
As 'vozes' de Buenos Aires... (algumas)
Eis alguns registros de visita recente à capital argentina. Fico devendo mais palavras...
sexta-feira, julho 11, 2008
quinta-feira, julho 03, 2008
Primavera con una esquina rota - Mário Benedetti
terça-feira, julho 01, 2008
Vem...
Pergunto-me nessas horas lentas, em qual dia essa saudade finda?
segunda-feira, junho 30, 2008
Vai-e-vem
(Fernando Barros e Silva, hoje na Folha de S. Paulo, parafraseando um jovem sociólogo dos anos 60)
sexta-feira, junho 27, 2008
Alice no país das maravilhas!
segunda-feira, junho 16, 2008
Mi México...
quinta-feira, junho 12, 2008
Eco eco eco eco...
"Alguém que é feliz a vida toda é um cretino. Por isso, antes de ser feliz, prefiro se inquieto"
"A memória é nossa identidade, nossa alma. Se você perde a memória hoje, já não existe alma; você é um animal".
Umberto Eco
domingo, junho 08, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
el mundo cambia, encarnan los deseos,
el pensamiento encarna, brotan alas
en las espaldas del esclavo, el mundo
es real y tangible, el vino es vino,
el pan vuelve a saber, el agua es agua,
amar es combatir, es abrir puertas,
dejar de ser fantasma con un número
a perpetua cadena condenado
por un amo sin rostro"
Octavio Paz (Mixcoac, México, 1914-1998 )
quinta-feira, maio 29, 2008
Mario Benedetti (e Malu de Bicicleta) - Amor da tarde
quando olho o relógio e já são seis.
Você podia chegar de repente e dizer "e aí?" e ficaríamos
eu com a mancha vermelha dos seus lábios
você com o risco azul do meu carbono."
***
É uma pena você não poder estar comigo
quando olho no relógio e ainda são duas
Você podia chegar de repente e dizer "surpresa!" e ficaríamos
eu iluminada com o azul-verde dos seus olhos
e você com as marcas vermelhas do meu apetite.
segunda-feira, maio 05, 2008
Mais para 'pêssego' que para hortelã
Ao final da apresentação da dançarina Eva Yerbabuena no Teatro Municipal do Rio de Janeiro um grupo maravilhado com a 'degustação' do flamenco molhado e denso compartilhava palpites: "Acho que as letras falam de um lamento..." Entre o lamento e a peleja, aposta de outros, os pouco mais de 60 minutos de espetáculo arrancaram "Olé!" da platéia e fizeram certos pés tremerem no espaço apertado das galerias (não sei como foi lá embaixo...). Embora a estratificação econômica, tal qual no Coliseu, deixe os menos abastardos longe da arena, não acredito que também haja estratificação emocional. Galerias e camarotes pareceram vibrar com a agilidade e precisão das batidas de pés e mãos. "Olé!"
***
Receita:
Mojito
1 dose de rum branco
Suco de 1 limão
1 colher (chá) de açúcar
Club soda para completar o copo
4 folhas de yerbabuena (ou hortelã)
Amassar levemente as folhas e o açúcar com um amassador. Acrescentar o suco de limão e encher o copo com gelo picado. Adicionar o rum e completar com a soda. Decorar com um ramo da folha e servir com canudo e mexedor. Servir em copo long drink.
sábado, abril 26, 2008
Pressa...
Tio Luiz:
- Vou devagar, porque devagar também é pressa...
terça-feira, abril 15, 2008
Os segundos e e os dias ...
Não façam cálculos. Não é de números que eu estou falando...
domingo, abril 13, 2008
No melhor dos mundos possíveis...
terça-feira, abril 08, 2008
"Fundamental é mesmo o amor..."
segunda-feira, abril 07, 2008
Há controvérsias...
Aristóteles, Protrepticus.
domingo, abril 06, 2008
Equilíbrio
- Me sinto como se estivesse prestes a espirrar e segurando uma xícara de café quente com uma das mãos.
quarta-feira, abril 02, 2008
Do homem que escreve sem pausas...
terça-feira, março 25, 2008
O mosquito da dengue
Cá entre nós, fiquei me perguntando se Manira não estaria certa e o mosquito da dengue seria como esses entes imaginários que aparecem em determinada época do ano ou em determinadas regiões... Saci, boto, Papai Noel, Coelhinho da Páscoa. Ah! Esse último sai da lista. Com certeza ele existe! Eu acredito! (Rá! Isso ficou parecendo campanha eleitoral estadunidense.)
domingo, março 16, 2008
Garotas de Guantánamo
Maria Bethania e Omara Portuondo (Caneção, 16 de março de 2008)
Guantanamera
Wikipédia: Guantanamera é uma das mais célebres canções da música cubana, de autoria de Jose Fernandez Diaz. Guantanamera significa garota de Guantánamo, cidade do sudoeste de Cuba. A música data de 1963 e uma das gravações mais conhecidas é do grupo Sandpipers.
sexta-feira, março 14, 2008
O Fico
(resposta ao poema Me voy)
Eu fico. Não que inexista um destino.
É só porque minhas viagens, neste enquanto, são internas.
Eu fico esperando o momento de novamente
Envolver-te entre meus braços e pernas.
Eu fico com minhas hipóteses e metodologias
Fico com essa prótese de coração, cópia fiel.
Cuide bem da original em sua bagagem
Entre o kit de sonhos e camisa social.
Eu fico riscando o calendário duas vezes por dia
Para ver se alcanço mais rápido o seguinte...
Eu fico com nossas fotos e suas cartas.
Fico tentando casar sua letra e voz na minha memória.
Fico com a História, a Política, a Comunicação...
Vivo a prática diária das Ciências Humanas
E com a desumana carência da nossa práxis.
Fico, mas para declarar minha dependência
De lábios e toques, de corpos e atrito.
Digo ao povo que Fico.
...aguardando o grito da nossa doce inconfidência.
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
O meu primeiro espanhol
Maria Luiza Muniz
Despiértame, amor!
Cuando yo esté sola
Despiértame con tu calor
O con palabras de cariño
Que se retiene hasta cuando
Ellas te piden para salir.
Despiértame, amor!
Ya es temprano y es temprano
Que las cosas empiezan a ocurrir…
Despiértame, amor, con un sueño
Y, por favor, sin sonido!
No tardes más, ni al menos los dos días
Que nos separan ahora
Despiértame, amor!
Que hoy me llamo Aurora
Y tú vas a llamarse Horizonte.
Tan luego digas mi nombre
Voy a acostarme junto a ti.
Despiértame, que necesito vivir!
Y traiga un café, por favor,
Corto, como la vida, amor.
***
nota da autora: Ainda estou tentando domar o idioma...
nota da "tradutora":
cor.to, -a adj 1 curto, breve, escasso, deficitário. 2 fig limitado, curto de inteligência, de talento, pouco instruído. sm café puro, café concentrado. a la corta o a la larga cedo ou tarde. corto de vista míope. quedarse corto não encontrar palavras para explicar um fato real.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Metades
Harmoniosos como se desde sempre
Modelados um sob o vazio do outro
Silenciosos como se buscassem frear instintos
Turbulentos quando a regra é não conter
Coreografados como um corpo bailarino
Espontâneos como a necessidade requer
Inocentes qual pipa e menino
Lascivos como batom, vermelho e mulher
Individuais como as pedras de um lago
Encaixados como as peças de um lego
Cheios de vontade ego saudade apego
MLCM
Poema-espelho
Pies hermosos
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Meu Girassol
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
É carnaval!!!
Um olhar. Um simples olhar...
Formas de ver a vida,
Vidas de diversas formas
Nelas, uma inesperada completude
Um aviso, um lampejo, uma atitude
Instantes de mudança
Um bolo doido de bonança...
Mas seguem os pensamentos
Alegrias, buscas, tormentos
As últimas conquistas..
As novas aquisições:
Um livro, um beijo, um perdão...
E a cabeça gira, não pára, pira,
Mira, além da nossa compreensão
Saímos, ficamos, voltamos
Notamos as conquistas
Mas sempre retornamos ao nosso canto
Nosso encanto, nossas brigas, nosso chão
Aquele ínfimo mundinho
Onde cabe a nossa razão!
terça-feira, janeiro 29, 2008
Do tamanho de uma cereja
Ela entra na sala e não reconhece ninguém. A câmera vai passando por cada um dos novos amigos (?) ou potenciais inimigos que cochicham entre si sem muito cuidado em disfarçar que ela é o alvo dos comentários irônicos e curiosos.
Isso nunca aconteceu. Sempre que eu chegava na sala meus coleguinhas estavam lá, alguns saudosos, outros nem tanto. Quando notava presenças estranhas entre os meus velhos e cativos conhecidos da turma 54, 64, 74, 84... Bom, qualquer ave estranha no ninho logo era atraída por uma versão minha das mais simpáticas e carismáticas; a mesma que em alguns minutos pode vir a se tornar meio chata e até inoportuna (a Anna adora me advertir quanto a isso...). Enfim, tudo isso para dizer que finais de janeiro sempre foram um pouco melancólicos com repetidos saldos calculados entre as expectativas e as conquistas dos últimos anos. Esse não está sendo diferente, incluindo uma dose de pirraça comigo mesma por notar que meus avanços (sim, consigo percebê-los, embora seja um tanto complicado mensurá-los) aportam sempre com alguns anos de retardo. E eis que surgem aquelas ínguas irritantes em forma de perguntas: Por que eu não fiz isso quando eu tinha 10 anos? Passam os anos e só o que mudam são os dígitos... Por que não aos 14, 15, 18, 20, 22... A lógica processual do amadurecimento me inerva e me coloca sempre disposta a “recuperar o tempo perdido”.
Recuperar a dívida com a literatura! Recuperar a dívida com os clássicos do cinema, da arte, da História, da cultura nacional! Aprender mais sobre jazz, blues e afins! Ler, ler, ler! Recuperar minha dívida com as atividades físicas: mens sana in corpore sano. Amém! Recuperar minha dívida com os conhecimentos atuais. O mundo gira, minha filha! Ah! Já ia me esquecendo da dívida com o futuro! Rá! Um mundo de coisas e dois braços que parecem encurtar enquanto vejo distâncias alimentadas com fermento e tônico.
sábado, janeiro 26, 2008
sábado, janeiro 05, 2008
O caminho da roça...
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Natal com Bethânia...
Por Maria Bethânia em Maricotinha - Autor desconhecido
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Jogo de palavras
"Gozo é uma ilha no Mar Mediterrâneo, parte da República de Malta, e a segunda maior ilha em extensão territorial do arquipélago que forma aquele país. Tem área de 67 km² e população de 30.750 em 2003. Sua principal cidade é Rabat, também chamada Victoria. É uma diocese católica independente. A ilha tornou-se despovoada em 1551 quando toda a população de aproximadamente 6.000 habitantes foi escravizada por soldados otomanos e piratas muçulmanos." Fonte: Wikipédia
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E ao sul do Equador, eis uma outra ilha...
Sobradinho (BA): um pedacinho de terra cercada de interesses por todos os lados...
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Fome Zero - 22º dia

Infecções, perda do músculo cardíaco, alterações no sistema digestivo e problemas nas articulações. Essas são algumas das consequências que a greve de fome pode trazer para o ser humano. Segundo especialistas, desde que esteja se hidratando, o indivíduo que se submete ao jejum sobrevive até dois meses sem nenhum tipo de alimentação. No entanto, os resultados graves para a saúde são sentidos a partir do trigésimo dia.Quando uma pessoa pára de se alimentar, sem deixar de ingerir água, o gasto energético diminui de forma significativa, segundo o nutrólogo Durval Ribas Filho. "É o mecanismo de defesa do organismo", disse. Nesse período, o indivíduo fica mais exposto a infeccções e gripes.Desde o segundo dia de jejum, o corpo usa dois meios para obter energia, segundo o biólogo e professor de bioquímica médica da UnB (Universidade de Brasília) Marcelo Hermes-Lima. O organismo quebra proteínas dos músculos, que são transformadas em aminoácidos. No fígado, esses aminoácidos são convertidos em glicose. O fígado exporta a glicose para o sangue, que volta a alimentar os tecidos, principalmente o cérebro. Em paralelo, o corpo também usa a gordura do tecido adiposo para fornecer energia."Durante o período de jejum prolongado o indivíduo perde, em parte, a capacidade de absorção intestinal por falta de uso do tubo digestório", disse o professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Osmar Monte. (AFONSO BENITES E LARISSA GUIMARÃES)
quinta-feira, dezembro 06, 2007
São Francisco e vovó
Trecho da entrevista de dom Luiz à revista "Estudos Avançados" da USP ("O São Francisco, a razão e a loucura", jan./abr./ 2006, www.iea.usp.br/iea/revista) sobre sua primeira greve de fome para sensibilizar o governo a rever o projeto de transposição do Rio São Francisco.
Fracassado em sua primeira tentativa, dom Luiz iniciou há 10 dias uma nova greve de fome, promentendo chegar às últimas conseqüências em defesa do São Francisco.
sexta-feira, novembro 23, 2007
Conversas (e memórias) com vovó
- Quantos namorados você já teve?
- Três, vó!
- Tudo isso?!
- Não é muito. Estou conhecendo pessoas... Até um dia, quem sabe, conhecer aquele que vai ser mais especial.
- E como você vai saber se é "ele"?
- Ué, vó. Isso você que tem que me dizer... No final, a gente encontra?
- Não. A gente se engana...
sábado, novembro 17, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
Comédia (à dois) da vida privada...
- Falar sobre a lua no céu... Correto. Cadê a lua? - procura, procura e... - Cadê a porra da lua?
sábado, novembro 03, 2007
"Eles"
uma razão irresistível para ir vê-la
E antes de me dar por conta, estou ao pé dela
Ora é ela quem me diz à noite:
"Amanhã virás, não é?"
Quem seria capaz de recusar.?!
***
Ele vive entre o ceder e o resistir
Se esquece, moço inquieto,
Que mesmo as margens mais opressoras
impõem ao rio apenas um único desafio: fluir.
sexta-feira, outubro 19, 2007
Sendo, co-sendo e descosendo...
La Maja desnuda - Francisco de Goyasegunda-feira, outubro 15, 2007
Roubos
Um retrato cretino da esperança
Quando ela saiu, fez questão de levar a chave e deixá-lo trancado em casa. Disse para esperá-la, que voltava, e que trazia pão fresquinho e carinho. Que esperasse. Depois, bateu na casa de cada vizinho e convenceu a todos que deveriam sair dali. Que era melhor, e que não se preocupassem, que ela chamava a empresa de demolição. Derrubou-se todo sinal de moradia num raio de quilômetros, até onde a vista dele alcançava. Dedetizou a região; mataram-se as pragas, e junto com elas simpáticas formigas, grilos, gatos e marias-sem-vergonha. Depois, calou o vento e os pássaros. Em seguida, mandou apagar o sol, e desintegrar a lua. Voltou um tempo depois, e parou em frente à casa trancada. Sem ar que vibrasse as suas palavras, teve que passar um bilhete por baixo da porta. Avisava que demoraria mais um pouco, que era um imprevisto, que esperasse. Despedia-se com um beijo, cheio de promessas. Depois, fez queimar o bilhete, e a si mesma.Que esperasse.
sexta-feira, outubro 12, 2007
Pontaria
Você que me fala de vôos altos
Você com quem compartilho deliciosas biografias
Como pode me dizer que só tenho uma bala em meu revólver?
Não introduza sua interpelação com questões racionais
Pois ,enquanto escrevo, descarto a métrica decartiana
Pois, enquanto escrevo, quero apenas pensar plural
Pois escrevo, e isso é “mirar apontar e fogo!”
Meu amigo, que tanto prezo, não me prive de suas perguntas cruéis
Elas me fazem pensar, ajustam o foco da minha pontaria
Mas não me diga que não posso atirar...
E, acredite, não falo inspirada por utopia ou inocência estúpida
Não vê que já saí da caverna há tempos!
Já aprendi a enxergar além de umbigo e sombras
Ao pesar cada "apesar" reconheço um foco de luz...
Que emerge da urgência, mas é caminho e não carência
quinta-feira, outubro 11, 2007
Gramsci e a manicure

segunda-feira, outubro 08, 2007
"Vou pra rua e bebo a tempestade..."
ps: Depois vou buscar uma imagem que faça jus a essa injeção de ânimo na veia!
segunda-feira, outubro 01, 2007
Manifesto à insanidade (Para Anna)
Logo, reconheço que mereço meu "primeiro lugar", que, claro, não é só meu. É de todos aquele que me ajudaram a chegar até aqui. De todos que contribuem diariamente para minha "leve" instabilidade. Vou começar pelos buracos. Eles estão sempre no meio do caminho, justo no caminho da minha bicicleta. Impossível não desequilibrar.
domingo, setembro 30, 2007
Com dom e sem Dom...
(Trecho das considerações finais do meu trabalho de conclusão do curso de Jornalismo intitulado As gerações da notícia: O texto e o contexto da grande imprensa brasileira durante as viradas’ técnicas e políticas (1960-1980))

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